Aproveitamento de 76,6% e fidelidade do grupo: veja números da Era Dunga
Em primeira passagem pela Seleção como treinador, profissional utilizou 70 atletas e criou freguesia de rivais como Argentina, Chile e Itália. Apresentação será na terça
A primeira passagem de Dunga como treinador da seleção brasileira aconteceu entre 2006 e 2010. A estrela da companhia era Robinho. O camisa 9, Luís Fabiano. Ronaldinho foi deixado de lado ao longo da caminhada. E no gol foram testados apenas quatro nomes, entre eles Julio César, titular das Copas de 2010 e 2014. Foram 60 partidas e duas conquistas (Copa América de 2007 e Copa das Confederações de 2009). Entre amistosos e jogos oficiais, o retrospecto foi de 42 vitórias, 12 empates e apenas seis derrotas - aproveitamento de 76,6%.
Na próxima terça-feira, a partir das 11h (de Brasília), quando será apresentado como comandante do time canarinho na nova sede da CBF, na Barra, Zona Oeste do Rio de Janeiro, ele iniciará uma nova era. A segunda Era Dunga como técnico da Seleção.
Dos 60 jogos da primeira passagem de Dunga pela Seleção, ele só não comandou dois do banco de reservas. E tudo por conta de ter sido expulso no amistoso contra o México, no dia 12 de setembro de 2007. Naquela ocasião, o Brasil venceu os rivais por 3 a 1. O treinador ficou fora das partidas diante da Irlanda e Suécia, logo no início de 2008. Ao todo, durante o período em que comandou o time canarinho, o técnico utilizou 70 jogadores.
E, ao que tudo indica, os donos dos principais números na primeira passagem de Dunga na Seleção não terão uma nova oportunidade sob o comando do treinador. Robinho, por exemplo, está de malas prontas para deixar o Milan e defender um clube no Brasil antes de seguir para o Orlando City. O mesmo destino terá o meia-atacante Kaká, outro nome importante em 2010. Após defender o São Paulo, ele vai para a Major League Soccer (MLS), liga de futebol dos Estados Unidos. Sob o comando do treinador, ele fez 40 jogos e marcou 14 gols.
Dunga como constatado teve um aproveitamento melhor que Luís Felipe Scolari.

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